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Suzano vai conectar meio milhão de hectares para preservar biodiversidade

Bydaianelealcosta

jul 4, 2021

A meta é ousada e pretende conectar meio milhão de hectares por meio de corredores naturais para preservar biomas do Cerrado, Mata Atlântica e Amazônia até 2030.

A Suzano, maior fabricante de celulose de eucalilptos do mundo e maior produtora de papéis da América Latina, anunciou sua meta de longo prazo para conservação da biodiversidade.

A área de preservação equivale a quatro vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro.

Estudo

A Suzano realizou, no último ano, um processo colaborativo com a análise de ONGs, setores público e privado e academia.

A ação foi realizada em parceria com o Instituto Ecofuturo – organização sem fins lucrativos mantida pela empresa e que atua há duas décadas com conservação ambiental.

A companhia identificou que a maior contribuição seria a reversão da fragmentação de habitats, uma vez que esta é uma das principais ameaças à perda de biodiversidade no Brasil e no mundo.

A partir disso, foram definidas as rotas de ligação por meio da implantação de corredores de biodiversidade.

“Temos a ambição de criar um movimento colaborativo, diversificado e contínuo, que contribua efetivamente para a conservação de espécies hoje ameaçadas, mas que também eleve o patamar de gestão ambiental, trabalhando em conjunto para o desenvolvimento das comunidades, e oportunidades de geração de renda”, afirma Pablo Machado, Diretor Executivo para China e, atualmente, também responsável pela área de Sustentabilidade da Suzano.

Projetos ambientais

Além da meta de biodiversidade, a Suzano tem outras grandes ambições até 2030, como oferecer 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável desenvolvidos a partir da biomassa, para substituir plásticos e outros derivados do petróleo.

Também está nos planos da companhia remover 40 milhões de toneladas de carbono equivalente da atmosfera e contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atua saiam da linha da pobreza.

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