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Brasileiro superdotado de 6 anos está entre os melhores jogadores de xadrez

Bydaianelealcosta

jul 9, 2021

Romeu Gutvilen é um menino superdotado de 6 anos que está entre os melhores xadrezistas infantis do Brasil.

Ele está entre os três melhores jogadores brasileiros de xadrez nas modalidades “blitz” e xadrez clássico, conquistando o terceiro lugar em ambas.

Com isso, Romeu conquistou uma vaga no pan-americano que acontecerá de forma híbrida com a participação de outros país

Campeonato brasileiro

O 1º Campeonato Brasileiro de Dente de Leite (Sub-06), realizado no último final de semana em Florianópolis (SC), reuniu oito enxadristas de várias cidades do país numa competição de quatro dias com sete partidas.

Romeu venceu cinco. O resultado proporcionou a ele uma vaga no pan-americano.

Os jogos acontecerão de forma híbrida em cinco pontos do Brasil, incluindo Florianópolis e São Paulo, e terá participantes de outros países.

Começou aos 5 anos

A empresária Rachel Gutvilen, mãe de Romeu, ex-dançarina do Faustão, conta que ele começou a jogar xadrez aos 5 anos, mas precisamente em julho do ano passado, incentivado pela sua facilidade com a matemática.

A ideia é era de que Romeu pudesse ampliar sua concentração e foi então que começou a ter orientação do seu professor de matemática, Fábio de Castro.

“O fator emocional é muito importante nesse tipo de atividade, e também complicado quando a criança é superdotada”.

“Agora, precisamos trabalhar mais tática, estratégia de jogo, equilíbrio emocional, a ansiedade e melhorar a concentração”, explica.

Superdotados

O neurocientista Fabiano de Abreu explica que o pensamento e raciocínio de crianças superdotadas são mais complexos e têm mais profundidade do que em outras, da mesma maneira são as suas emoções; muito intensas.

“Com o tempo eles aprendem a lidar melhor com a inteligência emocional”, salientou.

Explicou que o lado emocional do cérebro de um indivíduo se desenvolve antes do racional e no superdotado, essas regiões são potencializadas. “Por isso eles são mais emoção que razão. Várias pesquisas, inclusive, têm indicado presença de problemas de ansiedade, desatenção/hiperatividade e de pobres habilidades interpessoais em parte deste público”, afirma.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Com informações da MF Press Global

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